Entre a instabilidade geopolítica e ajustes institucionais, saiba quais gatilhos podem devolver o fôlego à maior criptomoeda do mundo.
Por que o Bitcoin caiu? Os vilões da vez
Não existe um único culpado, mas sim uma “tempestade perfeita” de fatores que drenaram a liquidez do mercado. No acumulado de 2026, o Bitcoin já registra quedas superiores a 20%, saindo de patamares elevados para a casa dos US$ 60 mil a US$ 68 mil. Veja os motivos:
1. Desordem Geopolítica e Aversão ao Risco
O cenário global está tenso. Conflitos e incertezas políticas fazem com que investidores profissionais busquem segurança. Em momentos de crise, o instinto humano (e dos algoritmos de Wall Street) é vender ativos voláteis — como as criptos — e se refugiar no dinheiro em espécie ou em títulos públicos.
2. O “Banho de Água Fria” do Fed
Havia uma expectativa grande de que o Federal Reserve (o banco central dos EUA) começasse a cortar as taxas de juros no início deste ano. Como isso ainda não aconteceu de forma expressiva, o capital continua “preso” na renda fixa americana, que está rendendo bem e com risco quase zero. Sem juros baixos, o apetite por risco diminui drasticamente.
3. Ajuste de Ciclo e Realização de Lucros
Depois que o Bitcoin ultrapassou a marca histórica de US$ 120 mil em outubro de 2025, era natural que houvesse uma correção. Muitos investidores institucionais que entraram via ETFs decidiram que era hora de colocar o lucro no bolso, gerando uma pressão de venda que o mercado de varejo não conseguiu segurar.
O que pode fazer o Bitcoin voltar a subir?
Apesar do cenário atual parecer nebuloso, os fundamentos do Bitcoin permanecem intactos. Para quem olha além do gráfico de hoje, existem três cenários principais que podem reverter essa tendência:
Cortes nas Taxas de Juros (O “Pivot” do Fed): Assim que a inflação global der sinais definitivos de controle e os juros começarem a cair, uma avalanche de capital (estimada em trilhões de dólares hoje parados em contas de poupança) deve retornar para ativos de crescimento, com o Bitcoin na linha de frente.
Adoção por Fundos Soberanos: O próximo grande salto institucional não virá apenas de empresas, mas de países. Se novos governos anunciarem o Bitcoin como parte de suas reservas nacionais — seguindo exemplos de pioneiros — a percepção de risco mudará drasticamente, criando uma nova “corrida do ouro digital”.
Tokenização e Utilidade Real: O avanço da infraestrutura cripto e a integração com o sistema financeiro tradicional (via tokenização de ativos reais) tendem a aumentar a demanda orgânica pela rede, reduzindo a dependência puramente especulativa do preço.
Conclusão
O Bitcoin em 2026 está passando por um teste de maturidade. A volatilidade, embora assustadora, é o preço que se paga por um ativo que opera fora do controle centralizado. Como diz o ditado no mercado: “o tempo no mercado vence o timing do mercado”.
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